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Em reunião da CIR, presidente da Ameosc sugere suspensão de transporte coletivo nos municípios

Publicado em 06/08/2020 às 10:03 - Atualizado em 06/08/2020 às 10:04

Presidente da Ameosc, prefeito de São José do Cedro, Plínio de Castro
Créditos: Cássia Santos | Ascom Prefeitura de São José do Cedro Baixar Imagem

Os integrantes da Comissão de Intergestores Regionais (CIR) da Associação dos Municípios do Extremo Oeste de Santa Catarina (Ameosc) se reuniram nesta quarta-feira (6) para nova discussão sobre a pandemia do coronavírus e seus reflexos na região. A reunião foi coordenada pela secretária de Saúde de Palma Sola, Débora Prevedello e contou com a participação do presidente da Ameosc, prefeito de São José do Cedro, Plínio de Castro e demais prefeitos da região.

Durante a discussão, foi feita a apresentação do modelo de decreto que foi enviado para os municípios da Ameosc formalizando as novas medidas a serem adotadas para prevenção ao coronavírus. Ainda durante os debates foi destacado que a região, que estava categorizada em “risco alto”, está agora, devido ao crescimento dos casos e da testagem de pacientes, caracterizada como “risco grave”.

Além disso, outra importante questão debatida se refere ao transporte coletivo de passageiros intermunicipal e interestadual. Conforme estabelecido em Decreto do Governo de SC, as regiões categorizadas em “gravíssimas” tem suspendido o transporte coletivo de passageiros. Dessa forma, foi definido que a partir de agora os municípios suspendam em seus decretos todo o transporte coletivo, municipal, intermunicipal, até o dia 7 de setembro para ser mais uma medida de isolamento, evitando assim novos casos de coronavírus.

Em sua fala, o presidente da entidade Plínio de Castro lembrou ainda de uma demanda importante da região que já fora atendida pelo Governo do Estado: a habilitação de leitos de retaguarda em hospitais da região. “Uma das demandas que tínhamos era o aumento de leitos de retaguarda, a Secretaria de Saúde do Estado acabou credenciando leitos no Hospital de Guarujá, de Descanso e de Iporã do Oeste, 10 leitos em cada um. Ficamos em uma situação melhor”, argumenta. 

Ainda é aguardado o credenciamento de leitos de retaguarda no Hospital Sagrada Família de Itapiranga.